domingo, 9 de maio de 2010

decisões.

Apareceste, deste-me aquilo que inconscientemente estava à espera há muito... como posso eu agora estar num impasse, como? Como não consigo perceber que és tu que quero, mas...
Não és só tu no meu mundo. Existe outra... coisa em que pensar. Uma coisa que muda de personalidade muito rapidamente, que me deixa zonza só com as voltas que a sua atitude toma. Como posso eu, depois de tantas reviravoltas inconstantes, pensar em ti dessa forma? Pensar que...
Não posso fazer isto. Não posso mesmo. Vou acabar por perder tudo... outra vez. E talvez isso não fosse o melhor que me podia acontecer? Não estou a pensar em mim, mas nas pessoas que posso, que irei, magoar. Só nelas.
Talvez não deva, simplesmente, escolher nada. Tomar nenhum partido. Logo, quando se cansarem e seguirem com as suas vidas... eu pense que tenha sido melhor assim. Mas terá mesmo?
«impedida de relembrar, mas impossibilitada de esquecer».
«e tudo rola, ... e rola, ... e rola. Iniciando um novo ciclo. Viciante.»
mesmo que seja apenas uma sombra do que consigo sentir..., será correcto?
Será? Será...?